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A Rosa do Deserto Colombina é uma das variedades mais “artísticas” e reconhecidas no mundo dos colecionadores. O nome faz alusão à personagem clássica do teatro, conhecida por suas roupas coloridas e padrões marcantes, o que descreve perfeitamente a estética desta flor.
As Flores: É uma cultivar de flores triplas ou múltiplas. O que a torna única é o padrão de cores: pétalas com fundo claro (branco ou creme) e bordas com um vermelho ou rosa intenso, criando um contraste muito definido, quase como se tivessem sido pintadas à mão.
O Desenho: Diferente de outras que têm um degradê suave, a Colombina costuma ter marcações bem nítidas. As bordas escuras “emolduram” o centro claro da flor.
Floração: É conhecida por ser uma planta muito generosa na quantidade de flores, formando verdadeiros buquês se estiver bem nutrida.
Exposição Solar: Para que o contraste entre o branco e o vermelho fique bem definido, o sol pleno é indispensável. Em locais com pouca luz, o vermelho pode desbotar e o branco pode ficar amarelado.
Drenagem: Como toda Adenium, ela não tolera “pés molhados”. O substrato deve ser o mais drenante possível para evitar o apodrecimento do caudex.
Poda: Aceita muito bem podas de formação. Como ela floresce muito nas pontas, uma poda anual ajuda a manter a copa cheia e com mais pontos de floração.
| Atributo | Detalhes |
| Estilo da Flor | Tripla com bordas contrastantes (estilo “picotee”). |
| Dificuldade | Baixa a Média (muito resistente). |
| Ponto Forte | Definição das cores e facilidade em florir. |
| Ponto Fraco | Pode atrair pulgões nos botões (comum em variedades muito floríferas). |