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A Rosa do Deserto P 200 é uma variedade que pertence à categoria das “Negras de Transição”. Se você já tem a NR 12 e a Black B, a P 200 entra para trazer um detalhe que as outras não têm: um miolo incandescente.
Ela é uma planta de código, geralmente associada a linhagens asiáticas ou grandes hibridizadores que buscam o equilíbrio entre o pétalo escuro e o centro vibrante.
Coloração: As pétalas são de um vinho tinto profundo, que sob certas condições de luz e maturação da flor, chegam muito próximo ao preto aveludado.
O Diferencial (Garganta): O que torna a P 200 especial é o contraste do centro. Enquanto a pétala é escura, a garganta da flor apresenta tons de amarelo ou vermelho vivo, criando um efeito de “fundo iluminado” ou “chama” no centro da escuridão.
Camadas: É uma variedade tripla, com pétalas que costumam ter as bordas levemente pontiagudas ou onduladas, dando um aspecto mais agressivo e moderno à flor.
A P 200 é conhecida por ser uma planta “trabalhadora” (muito florífera):
Textura: As pétalas têm uma espessura excelente, o que garante que a flor não murche rapidamente, mesmo sendo de cor escura.
Abertura: Tem uma abertura muito limpa para uma flor tripla escura. Ela raramente “prende” as pétalas internas, um problema comum em variedades de pigmento denso.
Vigor: É uma planta que tende a ter galhos mais grossos e uma brotação vigorosa após as podas.
| Necessidade | Recomendação para o clima de Araçatuba |
| Sol e Cor | Sol pleno é fundamental para o pigmento negro. Porém, como toda negra, se o sol das 14h estiver muito “ardido”, uma proteção leve (sombrite) ajuda a manter o brilho aveludado por mais dias. |
| Nutrição | O uso de Potássio (K) é o que mantém o vinho bem fechado (quase preto). Sem ele, a flor pode abrir apenas um vermelho escuro comum. |
| Destaque no Jardim | Fica incrível ao lado da Yellow Yolk ou da Double Kallei. O centro amarelo da P 200 “conversa” com as amarelas, enquanto as pétalas pretas criam o contraste. |